Governador de Minas Gerais · 22

Minas merece mais!

Flávio Roscoe começou descarregando caminhão na fábrica do pai. Presidiu a FIEMG por oito anos: cortou privilégio, cancelou contrato suspeito e levou o SESI e o SENAI de 60 mil para cerca de 300 mil alunos, com 120 mil bolsas integrais.

Flávio Roscoe, candidato a Governador de Minas Gerais

Minas não é pobre. Minas está travada.

Eu acordo às 4h30. Virou hábito na época em que cursava economia de manhã, descarregava caminhão na fábrica do meu pai à tarde e dava aula de inglês à noite.

Aprendi ali uma coisa que a política mineira esqueceu: resultado se entrega, se mede e se cobra. Não se anuncia.

O dinheiro que deveria virar remédio no posto, viatura na rua e escola de verdade fica preso numa máquina desenhada para criar dificuldade e vender facilidade. Quem produz é tratado como suspeito. Quem trabalha paga a conta e quem vive de carimbo continua no lugar de sempre, governo após governo.

Eu conheço essa máquina por dentro. Passei oito anos sentando com ela para destravar pauta do setor produtivo e vi de perto o medo de decidir, o cabide de emprego e a covardia que faz estrada acabar e ponte cair.

Quando assumi a FIEMG, fiz o contrário. No primeiro dia cancelei R$ 100 milhões em contratos suspeitos, demiti apadrinhado com sobrenome importante e cortei 97% da despesa do meu próprio gabinete. Meu telefone tocou a semana inteira. Não atendi pedido de ninguém.

O resultado está em número e está em gente: o Sistema saiu do vermelho e passou a investir R$ 1,4 bilhão em escola, laboratório e tecnologia. O SESI e o SENAI foram de 60 mil para cerca de 300 mil alunos, 120 mil deles sem pagar nada. Nove das dez melhores escolas SESI do Brasil estão em Minas.

Eu não vim prometer o que nunca fiz, vim fazer no Estado o que já fiz na indústria.

O que vai destravar Minas

Eficiência: o choque de gestão

Estado digital, fim do carimbo redundante e silêncio positivo: se o Estado não responder no prazo legal, o cidadão está autorizado a trabalhar. O dinheiro que hoje se perde dentro da máquina volta para a ponta, sem aumentar um centavo de imposto.

Segurança: ordem e retaguarda

Tolerância zero com o crime organizado, integração tecnológica entre as forças, polícia blindada contra interferência política e respaldo jurídico para quem defende a sociedade. Quem tem que temer a lei é o bandido.

Educação: profissão na mão

Levar para a escola pública o modelo que já funciona no SESI e no SENAI. O jovem mineiro precisa sair do ensino médio com o diploma e com uma profissão que o mercado paga.

Trabalho: tirar o joelho do pescoço de quem produz

Menos regra, menos licença, menos fiscal punitivo. O Estado deixa de ser obstáculo e passa a ser sócio de quem gera emprego, do comércio de bairro ao agronegócio.

Oito anos à frente da FIEMG, com números auditados

Resultado não se anuncia. Se mede.

  • Cerca de 300 mil alunosno SESI e no SENAI. A rede saiu de 60 mil.
  • 120 mil bolsas integraisFamílias que não pagaram nada para estudar.
  • 9 das 10 melhores escolasSESI do Brasil estão em Minas Gerais.
  • 1,5 milhão de matrículasem educação profissional no SENAI MG.
  • R$ 1,4 bilhão investidosem escola, laboratório e tecnologia.
  • De déficit a caixa para investirDe uma dívida de R$ 200 milhões para R$ 3,5 bilhões em caixa.
  • R$ 22,6 bilhões atraídosem novos investimentos para Minas, que viram emprego.

Todos os números vêm de demonstrações contábeis auditadas do Sistema FIEMG.

Trajetória

Ele não caiu de paraquedas

  1. Anos 1980

    Três jornadas no mesmo dia

    Economia pela manhã, chão de fábrica à tarde, aula de inglês à noite. Carga e descarga, manutenção, compras, financeiro.

  2. Aos 25 anos

    A empresa na mão

    Assume a gestão do negócio da família ao lado dos irmãos e aprende, na prática, a tomar decisão difícil e a arcar com ela.

  3. 16 anos no Sindimalhas

    Mexer no que não se mexia

    Preside o sindicato do setor têxtil de malhas e começa a incomodar uma estrutura acostumada a assinar sem fiscalizar.

  4. 2018

    FIEMG

    Assume a FIEMG e, no mesmo dia, cancela R$ 100 milhões em contratos suspeitos, demite apadrinhados políticos, corta 97% da despesa do próprio gabinete e acaba com voo fretado.

  5. 2018 a 2026

    A virada

    O Sistema sai do vermelho, investe R$ 1,4 bilhão e leva o SESI e o SENAI de 60 mil para cerca de 300 mil alunos.

  6. 2026

    Por que ele entra

    Depois de oito anos batendo na porta do poder público para destravar o que trava Minas, decide disputar a caneta em vez de continuar cobrando de fora.

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